INSTITUTO AVALON

Seja bem vindo!

O Instituto Avalon é uma organização com mais de duas décadas de atuação voltada para a divulgação, educação, aplicação e pesquisas de conceitos e técnicas promotoras da qualidade de vida, priorizando as técnicas naturais e suas premissas. Considerando a integração harmoniosa entre as diversas entidades (mente, emoção, energia vital e físico) que compõem o ser humano e o meio ambiente. Os profissionais que formam a equipe de terapeutas do Instituto são experientes, com reconhecida competência em suas especialidades.

INSTITUTO AVALON - há mais de 25 anos formando os melhores profissionais!

sábado, 30 de março de 2013

LANÇAMENTO DO LIVRO - PLANTAS MEDICINAIS: Raciocínio Fitoclínico


Este livro foi elaborado a partir de uma perspectiva etnofarmacológica na qual as origens são valorizadas. Seu texto nasceu da experiência obtida pela prática cotidiana e de mais de três décadas de docência em curso de pós-graduação.

Mas não fica só na tradição. Coloca-se na vanguarda pedagógica, pois mescla à escrita convencional, recursos digitais (cd anexo), mostrando uma rica imagem dos vegetais e, de forma esquemática, a possibilidade do emprego curativo das plantas medicinais em algumas doenças.

O leitor encontrará ainda um capítulo inovador sobre o atendimento e a consulta fitoterápica (oficina terapêutica), mostrando como se seleciona o(s) agentes(s) fitoterápico(s) a partir do entendimento dos vários fatores que transformam o homem saudável em doente, tendo como ilustração o relato de casos clínicos.

Dia: 26 de abril, sexta feira
Horário: 18h às 22h
Local: Instituto Biológico
 Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1252 - Vila Mariana/SP

maiores informações:
Fone: 11 3341-6010 ou
OI - 97987-3622 - TIM - 98285-8232 - VIVO - 97144-4723 - CLARO - 98813-5585

institutoavalon@institutoavalon.com.br


sábado, 26 de janeiro de 2013

Pós-Graduação - Especialização MEC

O término da graduação no Ensino Superior não representa necessariamente o fim da vida acadêmica. Um dos caminhos para tentar enriquecer o currículo, ganhar mais destaque no competitivo mercado de trabalho e, quem sabe, seguir a carreira de estudos é a especialização, também conhecida como pós-graduação lato sensu.

Todas as 2.314 IES existentes no Brasil podem oferecer cursos de pós-graduação. Eles independem de qualquer tipo de autorização, reconhecimento ou renovação de reconhecimento do Ministério da Educação (MEC). No entanto, devem atender ao disposto na Resolução CNE/CES nº1, de 8 de junho de 2007.

O certificado de conclusão tem validade nacional e é registrado pela IES que ministrou o curso. Além disso, devem ser acompanhados do histórico escolar relacionando as disciplinas cursadas, a carga horária acadêmica e o título da monografia ou do trabalho de conclusão de curso.                                                           

Fonte: e-Mec 

A Conclusão do Curso de Pós-Graduação - Lato Sensu confere ao aluno o título de  Especialista em Fitoterapia.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012



SAIBA MAIS SOBRE A FITOTERAPIA


Fitoterapia (do grego: phyton = planta e therapeia = tratamento), segundo a Portaria 971, de 03/05/2006, do Ministério da Saúde, é uma terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas, sem a utilização de substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal. 

Segundo estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 80% da população de países em desenvolvimento utiliza-se de práticas tradicionais na atenção primária à saúde e, desse total, 85% fazem uso de plantas medicinais (Carvalho, 2007). 
Com base nesses fatos, o estudo de plantas medicinais como fonte de medicamentos é advogado pela OMS como parte do seu programa "Saúde Para Todos". 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) promoveram em 1978 a Conferência Internacional sobre a Atenção Primária em Saúde em Alma-Ata, no Casaquistão. Nessa conferência, é recomendado aos estados membros proceder à formulação de políticas e regulamentações nacionais referentes à utilização de remédios tradicionais de eficácia comprovada e exploração das possibilidades de incorporar os detentores de conhecimento tradicional às atividades de atenção primária em saúde, fornecendo-lhes treinamento correspondente (OMS, 1979).

Ao final da década de 1970, a OMS criou o Programa de Medicina Tradicional, que recomenda aos Estados-membros o desenvolvimento de políticas públicas para facilitar a integração da medicina tradicional e da medicina complementar alternativa nos sistemas nacionais e atenção à saúde, assim como promover o uso racional dessa integração.

Em vista desses fatos, e considerando a rica biodiversidade brasileira e sua enorme potencialidade no que diz respeito as plantas medicinais, no ano de 2006 duas políticas foram publicadas para o setor de plantas medicinais e fitoterápicos no Brasil, a fim de incentivar a prática desse tipo de terapia pelos profissionais da saúde. 

A primeira foi a Portaria Ministerial MS/GM nº 971, de 03 de maio de 2006, aprovando a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS), que prevê a incorporação de terapias como a homeopatia, o termalismo, a acupuntura e a fitoterapia nesse sistema.

A segunda foi o decreto no. 5813, de 22 de junho de 2006, que aprova a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) e dá outras providências (Carvalho, 2008). Essa Política estabelece diretrizes e linhas prioritárias para o desenvolvimento de ações pelos diversos parceiros em torno de objetivos comuns voltados à garantia do acesso seguro e do uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos em nosso País. 



terça-feira, 13 de março de 2012


O Instituto Avalon e o Centro Universitário Leonardo Da Vinci - UNIASSELVI, promovem a palestra
 
FITOTERAPIA - Terapia com Plantas Medicinais
 
com o objetivo de divulgar a fitoterapia como forma de tratamento através do uso das plantas medicinais e drogas vegetais diferenciando seu uso e aplicação terapêutica, bem como a eficácia das plantas em chás, cápsulas e tintura. Exemplos de casos clínicos tratados com fitoterápicos, e da associação com sinergismo dos fitoterápicos e medicamentos sintéticos, a importância dos estudos científicos com plantas medicinais e principalmente da aplicação correta destes conhecimentos nos tratamentos de doenças crônicas e agudas, e as conseqüências que estas doenças trazem a saúde.
 
Público-Alvo: Palestra destinada ao público em geral e em especial para as pessoas que desejam adquirir ou aprofundar seus conhecimentos sobre a técnica natural mais tradicional e presente em todas as culturas, a Fitoterapia.

Palestrante convidado: Adauto Luiz dos Santos - Mestre da Ciência  Farmacêutica, Especialista em Fitoterapia.
 
Ao final da palestra participe de coffebreak com o palestrante e com o coordenador dos Cursos de Extensão e de  Pós-Graduação de Fitoterapia.

EVENTO GRATUITO - RESERVAS ANTECIPADAS!
 
Dia: 21 de MARÇO - 20:00 às 21:00h
Local: INSTITUTO AVALON - Av. Liberdade, 702 - Liberdade/SP
 
Solicite sua ficha de inscrição pelo endereço faleconosco@institutoavalon.com.br
ou pelo telefone 11 3341-6010

quarta-feira, 12 de outubro de 2011



Planta medicinal é uma planta que contém substâncias bioativas. Muitas destas plantas são venenosas ou tóxicas, devendo ser usadas em doses muito pequenas para terem o efeito desejado. Na realidade, toda planta, mesmo alimentícia, pode ser potencialmente tóxica dependendo da dosagem.

Existe um grande número de plantas medicinais em todo o mundo, usadas desde tempos pré-históricos na medicina popular dos diversos povos. As plantas medicinais são utilizadas pela medicina atual (fitoterapia) em diversos países, incluindo o Brasil. Entretanto, a planta "in natura" ou pré processada utilizada pela população sem recomendação médica é uma prática denominada medicina popular (ou medicina tradicional) e obviamente tem seus riscos, como por exemplo a dificuldade em se estabelecer dose, posologia e, em alguns casos, a verdadeira identidade de algumas espécies. As propriedades medicinais (ou mesmo tóxicas) destas plantas são pesquisadas em laboratórios de empresas farmacêuticas ou de universidades e institutos de pesquisa com o intuito de se identificar as substâncias que lhes conferem as propriedades farmacológicas, ou seja, encontrar os seus princípios ativos. Nestes estudos são utilizados vários modelos, sejam eles "in vitro" ou "in vivo" com animais e, dependendo da etapa, em humanos.

As plantas medicinais podem ser estudadas na forma de extratos (aquosos, etanólicos ou em outros solventes orgânicos) a fim de se investigar seu efeito levando em consideração todas as suas substâncias presentes ou com intuito de se isolar e identificar seus princípios ativos. Tais componentes futuramente podem até vir a se tornar um fármaco. Estas substâncias bioativas na maioria são metabólitos secundários que possuem efeito biológico não apenas em humanos, mas em outros organismos, os quais, dependendo da importância, podem ser sintetizados. De acordo com a legislação brasileira estabelecida pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), os fitoterápicos são obtidos a partir de plantas medicinais. Entretanto, existe rigoroso controle de qualidade e uma forma farmacêutica final (comprimido, xarope, pomada), bula e informações aos pacientes, incluindo o seu registro junto ao órgão.


Origem: Wikipédia

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Bebês se beneficiam do uso de chás


Para cada situação, as mães sempre têm uma receita que ajudam a lidar com o problema.




Uma antiga lenda chinesa dá conta que o chá, assim como muitas das grandes invenções, foi obra do acaso. Por volta do ano 2800 a.C., o imperador Shen Nung estaria fervendo água para beber (um hábito higiênico local para evitar doenças) e, desatento, não percebeu que algumas folhas caíram dentro do recipiente. Ao ingerir, achou a bebida saborosa e, a partir de então, passou a fazer experiências com diversas folhas. Nascia ali o chá, conceito que se espalhou pela China e ganhou o mundo, inclusive o Brasil. Por aqui, o que não faltou foi matéria prima.
Quem se apropriou de invenção chinesa foram principalmente as mães. Em virtude de cultura passada de geração para geração, é difícil encontrar alguma que não tenha receitas para curar cólica, tosse, resfriado ou, simplesmente, para acalmar o bebê.
De acordo com Adauto Luiz Santos, professor-mestre do Instituto Avalon, os benefícios dos chás já são estudados há muito tempo. “Alguns princípios da farmacologia vêm de crenças populares. O povo lança a ideia e a ciência busca comprovar”, explica. Segundo ele, existe até uma especialidade, chamada etnofarmacologia, que estuda apenas as crenças populares.
Para especialistas mais puritanos, a única bebida que deve ser chamada de chá é a preparada à base de folhas da Camellia sinensis, árvore originária da China, de onde se faz chá preto e chá verde. Mas, no Brasil, isso não é seguido, sendo qualquer infusão com partes de planta denominada como tal. Levando-se em conta apenas o critério popular, calcula-se que existam mais de três mil tipos de chás em todo mundo.
Algumas plantas são estrelas do universo infantil e velhas conhecidas das mães. A erva-doce é uma delas. É bastante usada para combater as tradicionais cólicas dessa fase. A camomila, para dor de dente, o maracujá, como calmante, a romã, para dor de garganta, o alho, para o resfriado, o abacaxi, para a tosse, entre outros. A sálvia, por exemplo, que é um antisséptico e cicatrizante, pode ser combinado com hortelã e camomila, que servem de aromatizantes, deixando a bebida com sabor mais agradável para o bebê.
Para a pediatra Claudia Nascimento, coordenadora do pronto socorro infantil do São Camilo Ipiranga, os chás são bem vindos em muitas situações, mas só devem ser introduzidos na dieta do bebê a partir do sexto mês de amamentação. “Até o sexto mês, o único alimento do bebê deve ser o leite materno. Não se deve oferecer nem chá. O ato de sugar a mamadeira é mais fácil que o peito, o que faz com que a criança abandone a amamentação. Além disso, ao ingerir determinado chá, perde a fome para mamar”, explica a médica. Mas ela admite que, em alguns momentos, a bebida pode ser utilizada, em pequena quantidade, para aliviar cólicas.

Ervas Podem ser confundidas
Algumas plantas são parecidas, mas têm funções diferentes.

A recomendação dos especialistas é que os chás nos primeiros meses de vida (de preferência, a partir do sexto mês) devam ser isentos de açúcar e mel. Esses artifícios só podem ser introduzidos na dieta das crianças em uma fase mais avançada. Outra contraindicação é o consumo de café por parte dos pequenos. “O café é rico em cafeína, substância que estimula o sistema nervoso, deixando a criança agitada e sem sono”, explica o fitoterapeuta Adauto Luiz Santos, professor mestre do Instituto Avalon.
O especialista ainda recomenda que se tenha cuidado na hora de comprar as ervas. Muitas vezes, por falta de conhecimento de plantas, acaba-se comprando “gato por lebre”. “Nem sempre as pessoas que vendem as ervas têm má-intenção e sim falta de conhecimento daquilo que está vendendo. Dessa forma, pode haver alguns enganos, como pedir erva-doce e receber funcho ou erva-cidreira e receber capim-limão. Além disso, erva-doce, erva-cidreira e capim-limão são parecidas, embora tenham funções diferentes”, afirma o fitoterapeuta. Ele recomenda, ainda que o pediatra seja sempre informado do uso chás por parte dos bebês.


Oldair de Oliveira, Jornal Metrô News, 06 de junho de 2007.






sexta-feira, 9 de setembro de 2011

TERAPIAS HOLÍSTICAS



Vivemos um verdadeiro boom das terapias alternativas, também chamadas de naturais ou holísticas. Estas terapias têm origem em diversas culturas do mundo e muito freqüentemente são milenares.

Muitos confundem as terapias holísticas com a prática do ocultismo e mesmo com as práticas religiosas, na verdade são técnicas que não foram incorporadas ao conhecimento médico ocidental e em alguns casos são filosoficamente discordantes da alopatia sem no entanto contrapor-se à ela mas integrando-a para formar o caldo nutritivo da visão sem véus que vislumbra a saúde integral do ser cósmico.

O nome holístico implica em globalidade além do sentido óbvio, é o respeito às individualidades e às diferenças, é a troca das crises existenciais pelo crescimento consensual, podemos acredita num futuro imediato onde o conceito de doença, primitiva e cruel, será abolido pelo entendimento do ser holístico que se espelha na realidade de ser a imagem da perfeição do criador.

Hoje as pessoas procuram as terapias naturais em busca não só da saúde perdida mais principalmente em busca de si mesmas, todos sentem que é chegada a hora da responsabilidade, da tomada de consciência de seus potenciais, da mudança do paradigma da passividade onde tudo acontece por acaso, a revelia, pela certeza a atitude ativa onde somos senhores de nossos destinos.

As terapias holísticas têm compromisso de orientar aqueles que as procuram no sentido de viverem uma vida harmônica, em sintonia com as energias formadoras do universo e consequentemente de saúde plena.

Dentre as TERAPIAS ALTERNATIVAS Reconhecidas pela Organização Mundial de Saúde, Publicadas em Médecine Traditionnelle et couverture des soins de santé está a Fitoterapia.